O Governo poderá rever o calendário escolar do ano lectivo de 2026 devido às cheias e inundações que afectam a região Sul do país. Segundo o Ministério da Educação e Cultura, a decisão dependerá da evolução da situação no terreno e das condições de funcionamento das escolas.
Escolas afectadas pelas cheias
A ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela, explicou que várias escolas se encontram submersas. Além disso, algumas instituições passaram a funcionar como centros de acomodação para famílias vítimas das inundações.
Por esse motivo, o Governo realiza um trabalho de monitoria contínua. Dessa forma, as autoridades pretendem avaliar se existem condições para manter o calendário escolar inicialmente previsto.
Anúncio poderá ser feito ainda esta semana
Segundo a ministra, o Executivo deverá anunciar em breve eventuais alterações ao calendário escolar. No entanto, a decisão final dependerá dos resultados da monitoria em curso.
“Teremos informação sobre o que vai ser ou não lectivo, porque este trabalho serve para avaliar se há condições. Ainda assim, haverá um anúncio em relação ao ano lectivo”, afirmou Samaria Tovela.
Visita de monitoria em Marracuene
A governante falava este domingo durante uma visita de monitoria aos impactos das cheias e inundações no distrito de Marracuene, na província de Maputo. Durante a deslocação, avaliou a situação de escolas e comunidades afectadas.
Enquanto isso, o Governo reforça a necessidade de garantir segurança aos alunos e professores. Por isso, qualquer decisão terá como prioridade a protecção da comunidade escolar.
Conclusão
A possível revisão do calendário escolar de 2026 surge como resposta directa às cheias que atingem o Sul do país. Assim, o Governo aguarda dados técnicos antes de anunciar medidas concretas. A expectativa é que a decisão seja divulgada ainda esta semana.

